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Tatuagem, Piercings e Testemunho Cristão

Por: Rafael Moraes Bezerra

Introdução:

O mundo moderno faz surgir uma imensidão de conflitos éticos/comportamentais para os cristãos. Há uma tensão muito grande acerca de não sermos libertinos (Gl 5.13) e de não sermos legalistas (Cl 2.16-23). Este conflito surge devido a Bíblia não discriminar todos os itens modernos que surgem a cada dia e, a princípio, não proferir um juízo de valor acerca deles. Para tanto, precisamos estar atentos aos princípios bíblicos que devem nortear nossa conduta cristã.

Por isto, o presente estudo deseja alcançar a compreensão bíblica sobre o assunto “tatuagem, piercing e testemunho cristão”. Para podermos alcançar tal propósito, faremos uma análise cultural, subjetiva e por fim, mas de maior importância bíblica.

1. Análise cultural: história e cosmovisão

As tatuagens têm sua origem em datas antigas e em diversas partes da Terra. Em cada parte do globo, temos técnicas e estilos diferentes dependendo da época. Em cada cultura ela representa algo bem específico e normalmente transmite uma mensagem. Poderia transmitir poder, cultura e realeza, ou então, caracterizar marginalidade1.

A palavra tatuagem como conhecemos hoje deriva do inglês “tattoo” e faz referência ao “processo de marcar a pele com pinturas, desenhos, legendas, etc. indeléveis mediante picadas nela e inserindo pigmentos” (Dicionário Sacconi). São desenhos permanentes e na grande maioria das vezes irreversíveis.

Já a palavra inglesa piercing significa simplesmente perfuração. Mas também pode ser identificado como um “objeto agudo, perfurante, que rompe ou penetra”. E tem a ver com a prática de fazer aberturas ou furos no corpo, para colocar peças de aço cirúrgico para finalidades decorativas. Os lugares preferidos são: língua, orelha, nariz e umbigo.

À semelhança da tatuagem, o piercing tem origem bem remota, data de milhares de anos e seu uso entre indígenas primitivos tinha o propósito de enfeitar o corpo, seguindo princípios místicos e dentro de cerimônias religiosas e ocultistas. O modismo ganhou força no ocidente a partir dos anos 70 com o movimento hippie, e tomou um grande impulso na onda “punk” e no movimento gay dos anos 90 2.

Estas duas marcas culturais foram aceitas em certos períodos e rejeitadas em outros, às vezes na mesma região. Na idade média, a prática da tatuagem foi banida da Europa por ser considerada demoníaca pela igreja católica, que acreditava que isto era uma violação do corpo, templo do Espírito Santo. Já na idade moderna, foi reintroduzida e difundida na Europa por conta das expedições feitas ao Pacífico. À época da segunda guerra mundial, foi utilizada pelos nazistas, ao saberem que isto era contrário às leis judaicas, que passaram gravar na pele dos prisioneiros judeus os números de identificação3.

Historicamente, o declínio da tatuagem se deu com a expansão do cristianismo na Europa ocidental. Sob a alegação de que as tatuagens eram práticas pagãs e na tentativa de evangelização dos povos aborígenes, esta prática se tornou cada vez mais marginalizada. Hoje, a grande parte das igrejas cristãs julga tal prática como pecaminosa. No entanto, existem igrejas atuais que na sua visão não tem qualquer problema com a questão.

Atualmente, a prática da tatuagem e o piercing se expandiu para o mundo todo. Além das tradicionais tatuagens tribais e dos pequenos furos no nariz, vemos as modas do bodymodification e scarnification. Talvez isto seja reflexo de uma cultura moderna que valoriza aquilo que é lúdico, indecente e cômico. É o elogio do deboche, é a época do cinismo4. Assim, o corpo torna-se uma pintura para que outros vejam e cada pessoa tenha direitos sobre o seu próprio corpo.

Esta reflexão nos leva a considerar os motivos pelos quais as pessoas buscam as tatuagens. Alguns estudiosos pensam que estes motivos estão ligados a uma necessidade interna de pertença, a uma forma externa e simbólica de lidar com essa sensação de pertencer a alguma coisa e variam entre beleza, homenagem a alguém ou algo, rebeldia, etc 5. A verdade é que a tatuagem e o piercing transmitem alguma mensagem ou uma filosofia de vida do indivíduo.

Diante disto que vimos até aqui, devemos perguntar se um cristão poderia se tatuar e se esta tatuagem prejudicaria ou ajudaria seu testemunho. Para respondermos a esta pergunta, devemos verificar se vale a pena e o que a bíblia diz sobre o assunto.

2. Análise subjetiva: a reflexão pessoal

Todos que já fizeram tatuagem e/ou piercing relatam que sentem alguma dor ao fazer. É preciso saber também que a remoção é muito cara e deixa cicatrizes. Algumas pesquisas revelam que de cada 5 pessoas 3 se arrependem de terem feito, no prazo de cinco anos.

Outro fator a ser levado em conta é que existem, ainda hoje, algumas restrições culturais à prática. Por exemplo, alguém que tenha uma tatuagem, que fique à mostra, pode encontrar dificuldades em encontrar emprego.

Um cuidado a ser tomado é que se a tatuagem ou piercing for feito em um tatuador não adequado pode causar danos à saúde. Há relatos de casos de HIV, hepatite, entre outras doenças que podem ser contraídas, em contato com material infeccioso. Não apenas isto, mas se a tatuagem for feita sem cuidados técnicos pode causar lesões ao corpo.

Uma avaliação que deve ser feita pela pessoa é se ela não causará conflitos em sua família. Algumas pessoas não aceitariam bem, se um membro de sua família fizesse uma tatuagem. Em relação a conflitos, a pessoa deve refletir se ela não sofrerá discriminação por pessoas do seu convívio. Em relação a uma opinião coletiva, o cristão deve se preocupar com a sua comunidade. Ele faz parte de um corpo e precisa ter em mente os seus irmãos. Embora cada crente seja responsável por si diante de Deus, ele precisa ter como alvo a edificação do seu irmão.

Dentre estas avaliações que a pessoa precisa fazer, a mais importante se refere a Deus. A pessoa precisa saber que, o que não é de fé é pecado (Romanos 14.23) e ela prestará contas a Deus. Sob esta perspectiva, precisamos saber o que a Bíblia diz sobre este tema.

3. Análise Bíblica:

Em primeiro lugar, precisamos descobrir o quê a Bíblia diz sobre a tatuagem e/ou piercing, e verificar se ela permite ou proíbe. A única passagem que parece dizer algo a respeito desta prática é a de Levítico 19.28: “Não façam cortes em seus corpos por causa dos mortos, nem tatuagem em si mesmos. Eu sou o Senhor.” (NVI). Porém, este texto não diz a palavra tatuagem, que é uma palavra moderna, como sugere a versão. A palavra mais apropriada seria “marcas” como sugere a versão João Ferreira de Almeida, Revista e Atualizada. Outra questão em relação a este versículo é o contexto. O contexto se refere a fazer marcas no corpo como ato de sinal de luto, que era uma prática dos cananeus. O texto de Deuteronômio 14.1, paralelo a este, e os textos de Jeremias 16.6 e 47.5 trazem a ideia de forma mais clara6.

Dt 14.1-2 (1) Vocês são os filhos do Senhor, do seu Deus. Não façam cortes no corpo nem rapem a frente da cabeça por causa dos mortos, (2) pois vocês são povo consagrado ao Senhor, ao seu Deus. Dentre todos os povos da face da terra, o Senhor os escolheu para serem o seu tesouro pessoal. (NVI)

Jr 16.6-7 (6) “Tanto grandes como pequenos morrerão nesta terra; não serão sepultados nem se pranteará por eles; não se farão incisões nem se rapará a cabeça por causa deles. (7) Ninguém oferecerá comida para fortalecer os que pranteiam pelos mortos; ninguém dará de beber do cálice da consolação nem mesmo pelo

pai ou pela mãe. (NVI)

Jr 47.5-7 (5) Os habitantes de Gaza rasparam a cabeça; Ascalom está calada. Ó remanescentes da planície, até quando você fará incisões no próprio corpo? (NVI)

Outro ponto que precisamos observar é que os cristãos não vivem mais pela lei, mas sim pela graça. O apóstolo Paulo adverte, em sua carta aos Gálatas 3.10-12, que quem quiser cumprir algum preceito da lei deverá viver por ela. Entendemos, portanto que observar o critério de LV 19.28 é querer viver pela lei.

No entanto, quando olhamos para a Lei do Antigo Testamento, vemos que existem motivos que estão por trás das letras da lei, que devemos continuar a seguir. No caso, vemos que Deus não deseja que seu povo se contamine com práticas que o ignorem como único Senhor (ir após outras religiões). Assim, não deveríamos absorver elementos culturais que tiram a centralidade de Deus nas nossas vidas.

Outro texto levantado, contra a prática da tatuagem e o piercing, é o de 1ª Coríntios 6.19: “Acaso não sabem que o corpo de vocês é santuário do Espírito Santo que habita em vocês, que lhes foi dado por Deus, e que vocês não são de si mesmos?”. Todavia, este texto deve ser entendido dentro de seu contexto. O que este parágrafo (6.12-20) está dizendo é que a conduta sexual não é tão comum quanto a questões de comida (6.13), mas no que diz respeito à sexualidade o corpo humano é santo e exige pureza para glorificar a Deus7.

Outro texto apresentado contra o uso de tatuagens e piercings se refere à questão dos escândalos (Mt 18.6-9). Dentro do contexto deste texto entendemos que causar escândalos é afastar pessoas do conhecimento de Deus. Está tratando de humildade, e nos instrui a removermos tudo o que seja um tropeço para nós e para os outros. É preciso ressaltar que, o grande problema de utilizar este texto para proibir a prática da tatuagem e piercing está em que hoje algumas comunidades não veem nenhum problema nestas práticas. Embora este texto não esteja se referindo diretamente a tatuagem e/ou piercing, podemos tirar algumas lições dele, que veremos a seguir.

Vemos que não há um texto que proíba o uso da tatuagem e piercing. Então diante destes textos, será que o cristão deve fazer uma tatuagem? E se ele fizer, será que irá atrapalhar seu testemunho?

4. Princípios para saber se devemos ou não fazer uma tatuagem?

Paulo nos mostra por diversas vezes que o evangelho nos garante liberdade. Mas esta liberdade está relacionada a fazer boas escolhas (1Co 10.23,24; Gl 5.13,14). Estas boas escolhas estão ligadas a fazer a vontade de Deus, em amá-lo sobre todas as coisas e ao próximo; e claro fugir em satisfazer os desejos da carne (Gl 5.16-21).

Nós não devemos nos conformar com este mundo. Este conhecido versículo bíblico de Romanos 12.2 diz que o cristão, reconhecendo a grande salvação que recebeu de Deus, não deve se amoldar, não deve viver como as pessoas deste mundo, não deve imitar a conduta das pessoas deste mundo (traduções de versões bíblicas do versículo) e deve evitar contaminar-se8. Veja a tradução da Bíblia A Mensagem, dos versículos 1 e 2: “Portanto, com a ajuda de Deus, quero que vocês façam o seguinte: entreguem a vida cotidiana – dormir, comer, trabalhar, passear – a Deus como se fosse uma oferta. Receber o que Deus fez por vocês é o melhor que podem fazer por Ele. Não se ajustem demais à sua cultura, a ponto de não poderem pensar mais. Em vez disso, concentrem a atenção em Deus. Vocês serão mudados de dentro para fora. Descubram o que ele quer de vocês e tratem de atendê-lo. Diferentemente da cultura dominante, que sempre os arrasta para baixo, ao nível da imaturidade, Deus extrai o melhor de vocês e desenvolve em vocês uma verdadeira maturidade.”

Portanto, o crente não deveria ser um “conformador”, vivendo para o mundo e como ele; mas sim um “transformador”, tornando-se a cada dia mais parecido com Cristo9.

Alguns dizem que fazem tatuagem ou piercing seguindo o exemplo de Paulo em 1 Coríntios 9.22 : “Para com os fracos tornei-me fraco, para ganhar os fracos. Tornei-me tudo para com todos, para de alguma forma salvar alguns”. Mais uma vez, este versículo precisa ser entendido dentro de seu contexto. O Apóstolo após demonstrar seus privilégios, mostra que abriu mão deles pelo evangelho. Mas o que este versículo está dizendo é que Paulo queria ganhar o máximo de pessoas que pudesse. Para isto ele não rebaixou seus valores, seguindo o lema “em Roma faça-se como os romanos”. O que o apóstolo fez foi abrir mão dos seus privilégios em um sentido de solidariedade, para entender as experiências das pessoas a quem ele queria alcançar. Ele usou o fato de ser judeu para abrir o coração dos judeus, e sua cidadania romana para abrir a porta para os gentios10. “Tudo para com todos”, conforme nos ensina Warren Wiersbe, “representa a maravilhosa capacidade de nos adaptarmos aos outros, de compreendê-los e de tentar levá-los ao conhecimento de Cristo”. Diante disto, não é legítimo falarmos que por motivos evangelísticos, faremos uma tatuagem.

Outro ponto importante a ser pensado, antes de fazer uma tatuagem ou piercing, é sobre o que a bíblia diz a respeito de padrões. Ela nos ensina sobre o que pensar, conforme Filipenses 4.8: Finalmente, irmãos, tudo o que for verdadeiro, tudo o que for nobre, tudo o que for correto, tudo o que for puro, tudo o que for amável, tudo o que for de boa fama, se houver algo de excelente ou digno de louvor, pensem nessas coisas. Isto nos leva a considerar sobre o padrão de beleza. O padrão de beleza bíblico foi sendo degenerado com o passar do tempo. Atualmente, o cinismo se espalhou para o mundo inteiro11. Por exemplo, no mundo da moda, a beleza é substituída pela sensualidade e pela sedução. O corpo sadio e natural é substituído pelo corpo forjado artificialmente pela química das indústrias farmacêuticas. O que é antinatural substitui o que é natural.

Precisamos pensar também no crivo dos seguintes princípios: 1. O da edificação: “Todas as coisas são lícitas (…), mas nem todas edificam” (1Co 10.23); e 2. O da glória de Deus: “Portanto, (…) ou façais outra coisa qualquer, fazei tudo para glória de Deus” (1Co 10.31).

A Bíblia também ensina que: “Não ameis o mundo nem as coisas que há no mundo” (1Jo 2.15). Amar o mundo é o mesmo que comungar com ele (pensar, falar e agir) segundo a filosofia e o costume mundano. É ter prazer naquilo (“coisas”) que é valorizado pelas pessoas que não amam a Jesus ou que desprezam os valores absolutos do cristianismo bíblico (ex: Fp 4.8).

Por fim, precisamos pensar que a Bíblia condena o amor às coisas do mundo. Em 1 João 2.16: “Pois tudo o que há no mundo — a cobiça da carne, a cobiça dos olhos e a ostentação dos bens — não provém do Pai, mas do mundo”. O que este versículo significa dentro de seu contexto é que não devemos amar os costumes, os valores do mundo. Tudo o que acontece no mundo – desejo de seguir o próprio caminho, de querer tudo para si, de parecer importante – não tem nada a ver com Deus-Pai. O mundo e seus desejos irão passar, mas quem faz o que Deus quer está garantido na eternidade.

5. Pessoas tatuadas e que usam piercing:

Muitas pessoas que têm tatuagem e ou piercing, quando vêm a Cristo, se sentem constrangidas e arrependidas. Para estas pessoas temos a mensagem de esperança de Cristo e sua graça que nos alcança em qualquer situação. Somos justificados pela fé e temos paz com Deus. Romanos 5.1-2: “Tendo sido, pois, justificados pela fé, temos paz com Deus, por nosso Senhor Jesus Cristo, por meio de quem obtivemos acesso pela fé a esta graça na qual agora estamos firmes; e nos gloriamos na esperança da glória de Deus”.

A igreja também tem parte importante, quando recebe estas pessoas. Ela deveria recebê-los da melhor forma possível e sem preconceitos. Devemos ser uma comunidade, onde o amor de Jesus nos governa e nos faz aceitarmos uns aos outros. João 13.35: “Com isso todos saberão que vocês são meus discípulos, se vocês se amarem uns aos outros“.

6. Considerações finais:

Entendendo que a Bíblia não faz uma proibição direta ao moderno costume de fazer tatuagem ou a utilização de piercing, devemos buscar princípios gerais bíblicos para sabermos se devemos ou não fazer.

Sabendo que a Salvação é pela graça, que não podemos fazer qualquer coisa para sermos salvos, a não ser crer em Jesus, não podemos dizer que, ao fazer uma tatuagem, uma pessoa estará privada da graça de Deus.

Considerando que o ato em si não é pecado, devemos ter em mente que a motivação de se fazer, ou as consequências que podem surgir podem ser pecaminosas. Se ao fazer a tatuagem ou piercing, a pessoa estiver contrária às condutas e a ética verdadeiramente bíblica, ela estará pecando. Este pecado pode ser contra si mesmo ou contra seu irmão, em relação à vontade de Deus.

Assim, compreendemos que a pessoa somente deve fazer uma tatuagem ou piercing se estiver com a consciência em paz, em relação ao seu relacionamento com Deus; se não estiver ferindo os princípios de amor a Deus e ao próximo; de edificação; de não adequação aos padrões deste mundo.

1 RODRIGUES, Apoenan. Tatuagem: dor, prazer, moda e muita vaidade. São Paulo, SP: Editora Terceiro Nome. 2006

2 Disponível em {http://en.wikipedia.org/wiki/Body_piercing} acesso em 26/03/2014.

3 RODRIGUES, Apoenan. Tatuagem: dor, prazer, moda e muita vaidade. São Paulo, SP: Editora Terceiro Nome. 2006

4 SAYÃO, Luiz Alberto Teixeira. Cabeças Feitas: uma filosofia prática para cristãos. São Paulo, SP: Editora Hagnos, 2001.

5 RODRIGUES, Apoenan. Tatuagem: dor, prazer, moda e muita vaidade. São Paulo, SP: Editora Terceiro Nome. 2006

6 A nota de estudo da Bíblia de estudo arqueológica da editora Vida, traz a seguinte menção sobre o fato: “Como a tatuagem, a autolaceração no antigo Oriente Médio estava associada com a morte, porém as mulheres da Mesopotâmia se cortavam em sinal de tristeza; e no culto à fertilidade, dedicado a Baal, a autolaceração também estava associada com o lamento pela deidade falecida… É provável que a proibição bíblica às tatuagens e à autolaceração pelos mortos (LV 19.28) tivesse em mente o antagonismo a determinadas práticas idólatras, especialmente os ritos religiosos eróticos associados com os mortos. O AT trata a tatuagem e o desfiguramento corporal como práticas inerentemente pagãs e depravadas (cf. Dt 14.1; 1Rs 18.28).

7 PINTO, Carlos Osvaldo Cardoso. Foco e Desenvolvimento no Novo Testamento. São Paulo: Hagnos, 2008.

8 PINTO, Carlos Osvaldo Cardoso. Foco e Desenvolvimento no Novo Testamento. São Paulo: Hagnos, 2008.

9 WIERSBE, Warren W. Comentário Bíblico Wiersbe Novo Testamento, a Bíblia explicada de maneira clara e concisa, VL II. Tradução: Regina Aranha. Santo André, SP: Editora Geográfica, 2009.

10 WIERSBE, Warren W. Comentário Bíblico Wiersbe Novo Testamento, a Bíblia explicada de maneira clara e concisa, VL II. Tradução: Regina Aranha. Santo André, SP: Editora Geográfica, 2009.

11 FERNANDO, Ajith. A supremacia de Cristo: uma apologética ao alcance de todos. São Paulo: Shedd Publicações, 2002.

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Olá, meu nome é Yago Grisote, membro da Primeira Igreja Batista em Monte Alto/SP. Atualmente estou no M.Div da Escola de Pastores da Primeira Igreja Batista de Atibaia/SP), na quarta turma. O foco do